No canto, Hanna ainda estava debruçada sobre Malrik e ao ver a irmã bem, ela desabou em choro sobre o peito dele.— Para de chorar, Hanna... — Malrik murmurou, a voz fraca, mas carregada de ironia. — Você está molhando minha camisa... e suas lágrimas são salgadas demais. Está ardendo.— Cala a boca, seu idiota! — Hanna soluçou, batendo de leve no ombro dele enquanto o apertava. — Você quase morreu por minha causa! Eu choro o quanto eu quiser!— Se você continuar gritando assim, eu vou preferir ter caído da sacada — ele provocou, dando um sorriso dolorido. — É muita reclamação para uma pessoa só.— Pois se prepare, porque agora que você sobreviveu, eu vou reclamar no seu ouvido pelo resto da vida! — ela rebateu, limpando o rosto com força, fazendo Malrik a encarar abismado.
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