As mãos grandes de Yulian, ainda ásperas do frio lá fora, subiram pelas coxas dela, puxando a regata de treino para cima com uma urgência que não aceitava atrasos.Ária soltou um gemido baixo, passando as pernas ao redor da cintura dele, puxando-o para mais perto, querendo fundir sua pele na dele. A saudade não era apenas um sentimento; era uma dor física que agora exigia cura para ambos.— Eu ouvi o seu uivo, Yulian — ela sussurrou, a voz embargada enquanto suas mãos se perdiam nos cabelos ruivos, agora, levemente cumpridos e desalinhados dele. — Eu acordei porque você me chamou.Yulian parou por um segundo, olhando-a nos olhos. O cinza e o âmbar misturados em seus olhos, estava em chamas, as pupilas quase dominando a íris.Sem dizer uma palavra, ele a levou até a cama imensa, deitando-a sobre os lençóis de seda escura que contrastavam
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