Helena ArisSimon estava sobre mim, totalmente entregue à ferocidade do momento, e a forma como seu corpo grande prensava o meu contra o colchão era quase sufocante, mas terrivelmente viciante. Ele se afundava em mim com estocadas precisas, havia algo na sua postura, na forma como cravava os olhos negros nos meus, na pressão firme das suas mãos que parecia adoração pura. Era como se, naquele transe, ele estivesse me venerando de um jeito bruto e cru.A onda de prazer subiu sem freios, preenchendo cada centímetro da minha pele até que fomos colhidos juntos pelo clímax. Nossos corpos estremeceram em completo descontrole e, no segundo em que o ápice cedeu, Simon me puxou com força para o seu peito, travando-me contra o seu corpo ainda quente e suado.Fiquei ali, tentando me recompor. Minha orelha repousava sobre a pele do peito dele, ouvindo o ritmo desordenado e rápido dos seus batimentos cardíacos. Ergui um pouco os olhos, observando as linhas marcadas do seu queixo quadrado, a sombra
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