Helena ArisVictor mal tinha me beijado, e a lentidão dele estava me matando. Eu queria mais, muito mais. A febre no meu sangue queimava como fogo líquido, devastando qualquer resquício de juízo. Quando ele pós a mão no meu peito, ofegante e assustado, segurei o pulso dele e o puxei pelo braço sem pedir licença. Beijei sua boca de forma sôfrega, descendo os lábios pelo seu pescoço, chupando a sua pele. Era uma delícia sentir a temperatura da carne dele, embora ele mal se movesse, paralisado, não importava. Eu faria tudo.Voltei a beijá-lo assim que o vi recuperar o fôlego. Victor pareceu finalmente ceder ao delírio, soltando um "dane-se" abafado. Ele me agarrou firme, beijando-me com vontade, apertando minhas nádegas, minha cintura e minha coxa, gemendo contra a minha boca. Eu já estava completamente encharcada, tomada por um desejo que rasgava minhas entranhas.— Me fode, Victor! — pedi, arfando.Ele engoliu o ar, perplexo, o olhar desorientado. — Quê?Abri os botões da minha blusa
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