TARYNTARYNSeria tolice acreditar que havia, de fato, um caminho livre esperando por mim. No instante em que começo a seguir na direção oposta à clareira, vozes ecoam em uma conversa animada entre as árvores, fortes, impostas, carregadas de autoridade. A promessa de fuga se desfaz como neblina ao sol. Ilusão. Pura ilusão.Meus pés diminuem o ritmo, e, antes que eu consiga pensar em outra alternativa, a primeira figura surge entre os troncos.Meu pai.Ele para tão abruptamente que quase perde o equilíbrio. A cor abandona seu rosto, deixando-o pálido como mármore. Seus olhos se arregalam ao me ver, não parece alívio, mas um espanto misturado ao medo, como se minha presença desafiasse a lógica.— Taryn…? — ele murmura, mas s
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