POV de JoyceEu estava em pé, o fuzil apoiado no peito, girando uma estrela entre os dedos enquanto acompanhava a mercadoria ser descarregada. Aquilo já fazia parte do meu corpo, como respirar. Sempre me vestia de preto quando estava em serviço. Calça de brim slim, blusa de helanca de manga comprida e gola alta, coturno bem amarrado. Os coldres de munição ficavam firmes na cintura, e nas coxas, os suportes das duas automáticas. Também carregava ali a bolsinha adaptada de TNT, com cinquenta estrelas perfeitamente organizadas.O fuzil atravessado no peito era mais símbolo do que necessidade. Nunca precisei usar. As estrelas eram minha escolha — silenciosas, rápidas, certeiras. Apesar de eu também ser perita em armas de fogo, gostava da precisão quase íntima do arremesso. Os coldres nas coxas eram úteis, claro. Se as estrelas acabassem — o que nunca aconteceu —, eu sacaria as armas sem dificuldade. Mesmo assim, não gostava muito de usá-los. Realçavam demais meu corpo, levantavam meu bumb
Leer más