Sophie Bailey Enquanto seguíamos para o hospital, minha mente estava um turbilhão. Lembrava do pressentimento ruim que tive todos esses dias e, mesmo não querendo, só conseguia pensar no pior.Ao chegar, ela foi levada às pressas para dentro e eu sentei nas cadeiras da recepção para esperar por notícias. Aproveitei também, para avisar a Anne que não poderia encontrá-la. Sem nem pensar, ela chegou mais rápido que a velocidade da luz e não podia ser diferente, minha amiga sempre se preocupou com a vovó.— Oh, amiga… — ela senta ao meu lado e põe uma das mãos em minhas costas. — Como você está? — encosto o rosto em seu ombro, chorando.— Péssima, Anne. Não posso perder a vovó, ela é tudo que eu tenho nessa vida.— Calma, Soh. Vai ficar tudo bem, você vai ver.— Como que tudo ficará bem, Anne? Está tudo uma merda, tudo indo pelo ralo. — o desespero, não somente pela vovó, mas pelo ocorrido de ontem, me toma.— Ei! Calma. — ela ergue meu queixo, fazendo-me encará-la. — Olha pra mim, seja
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