Doce tortura O banheiro individual era pequeno, apertado, com cheiro de desinfetante e tensão pura. Benny trancou a porta com um clique quase silencioso e encostou as costas nela, bloqueando a saída. Nate estava prensado contra a parede, respirando pesado, o peito subindo e descendo rapidamente. Do lado de fora, as vozes dos colegas do time enchiam o vestiário, risadas, portas de armários batendo, conversas sobre o treino. — Shhh… — sussurrou Benny, dedo nos lábios, olhos brilhando de malícia. — Se fizer barulho, eles vão ouvir. Nate engoliu em seco. O corpo de Benny estava perto demais. O calor irradiava dele, o suor ainda brilhando na pele. Benny deu um passo à frente, colando o quadril no dele. As ereções se tocaram por cima do tecido fino da bermuda de corrida. Nate soltou um gemido abafado. Benny sorriu, aproximando a boca do ouvido dele. — Olha o que você faz comigo… — murmurou, voz grave e baixa, quase um ronronar. — Só de te ver suado, bravo, me olhando com essa cara de
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