O espartilho cedeu na última volta. O tecido branco escorregou pelos ombros de Margot, revelando os seios fartos, pesados e naturais. Liam perdeu o ar com a visão. Ele nunca tinha visto nada tão perfeito na vida. Não eram seios de revista, eram reais, cheios de vida, com marcas suaves do tempo, veias discretas sob a pele clara, mamilos rosados e arrepiados pelo ar-condicionado da loja. Cada célula do corpo dela contava uma história. Uma mulher de verdade. Uma mulher que respirava, que sentia, que vivia. Liam ficou paralisado por um segundo, admirando. Depois, o desejo tomou conta. — Você é perfeita… — murmurou ele, voz rouca, quase reverente. Margot sentiu um calor subir pelo rosto. Vergonha. Ela se via diante de um homem jovem, bonito, cheio de vida, seu enteado. Seu corpo não era magro, não era firme como o das garotas de vinte e poucos anos. Tinha curvas, celulites discretas, a barriga suave de quem já viveu. Ela tentou cobrir os seios com os braços. — Liam… não… isso é errad
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