Clarice MartinsLaura ficou em alerta, até nervosa, pois virou o copo de suco como se fosse bebida alcoólica. Ela não olhou para trás, confiava nas minhas palavras e não era curiosa para coisas desse tipo.Houve um tempo, assim que nos conhecemos na faculdade, em que ela, como qualquer pessoa normal, ao invés de seguir as regras ao pé da letra, olhava na direção que não deveria, assim chamava mais atenção.Aos poucos consegui persuadi-la com os acontecimentos que nos deparamos, como, por exemplo, quando vimos um assassino terminar de matar sua vítima; ela ficou traumatizada quando viu aquilo à distância.Como deveríamos passar pelo mesmo caminho, disse a ela para fingir que estava muito escuro e que não estava vendo nada. Com sorte, ela não tremeu e conseguiu seguir meu ritmo. Conversei com ela enquanto passávamos para disfarçar, e ela conseguiu responder sem gaguejar ou travar. Assim conseguimos escapar de ser o próximo alvo.A partir daquela noite, ela nunca mais teve curiosidade so
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