Fiquei parada, observando-o, sentindo o seu coração bater com leveza, com medo de estragar o momento.— Bom dia, “mano meile” — ele murmurou, sem abrir os olhos.Meu coração acelerou e sorri:— Bom dia, marido lituano.— Eu te amo — disse assim que abriu os olhos, não se movendo, como se até o ar tivesse ficado preso entre nós.Antes que eu conseguisse responder, ele completou:— Vista um biquíni.Pisquei, confusa:— O quê?Zadock abriu os olhos, finalmente. O sorriso estava estranho. Não tinha ironia, tampouco urgência. Acho que, desde que o conheci, foi um dos sorrisos mais sinceros e romântico que já recebi.— Confie em mim — disse.Eu realmente confiava. Mas ainda tinha algo que me incomodava. A promessa da minha mãe. Mas... eu sabia que ele a t
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