A imagem mostrava o corredor de serviço. O carrinho com duas bandejas empilhadas, cada uma com uma fita colorida. Verde na de cima. Amarela na de baixo.— Trava aí — Aster falou, olhando tudo atentamente.A figura apareceu no canto da tela. Cabelo loiro preso num coque alto, blazer justo e um sorriso que só existia quando ninguém estava olhando: Carly.Ela se aproximou do carrinho, olhou para os lados, levantou o guardanapo da bandeja de cima e jogou algo sobre as empadas.Aster apertou os lábios. Avançamos o vídeo. Um funcionário apareceu procurando o carrinho. Carly voltou na imagem, apontando, como se estivesse “ajudando”. O rapaz saiu em direção ao grande salão, onde as empadas seriam servidas.Após ele sair, Carly ficou observando, com um sorriso satisfeito no rosto.Eu congelei. Simone me abraçou, de forma terna. Aster piscou devagar, com raiva.— É suficiente? — perguntei, sem ar.— Para mim, sim. Para a minha mãe, também — Aster disse, seco. — Vamos.Flávia estava no escritório
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