RozaO beijo foi ficando mais intenso. No começo, só nossos lábios se tocavam devagar, mas logo ele passou a mão na minha coxa e eu subi no colo dele sem nem pensar. A taça ainda estava na minha mão, então deixei ela ali na mesa do lado, sem desviar os olhos dos dele.As mãos dele eram grandes, quentes e firmes... uma subiu pelas minhas costas, enquanto a outra apertava minha bunda por cima do vestido, marcando território como só um homem da máfia sabe fazer.— Você tem noção do que está fazendo comigo, mulher?— Se não estiver gostando, eu paro.— Se parar, eu morro.Soltei uma risada baixa e ele me puxou de novo para um beijo, agora mais urgente, quase violento. Eu sentia o pau dele crescendo por baixo da calça, duro e grosso, encostando direto na minha intimidade. Meu corpo inteiro respondeu, e eu gemi baixinho contra a boca dele. A mão dele subiu pela minha coxa, entrando por debaixo do vestido como quem não aceita recusa.— Isso… assim mesmo…Eu gemi contra o pescoço dele, morden
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