OlegEla me beijou com fome. Com uma sede que parecia vir do fundo da alma. Alessia se lançou pra cima de mim como se o mundo fosse acabar ali, naquele banco de carona. E talvez estivesse mesmo.As mãos dela tremiam de leve, mas os lábios eram firmes, determinados. A língua dela procurava a minha com desespero, como se quisesse arrancar todo medo do peito. Eu deixei.A gente tava num carro parado numa rua deserta, madrugada adentro, logo depois de uma perseguição, tiros, morte. Era pra estarmos abalados. Só que tudo o que eu sentia era desejo.Quando ela desceu a mão até o meu pau por cima da calça e apertou, gemi baixo, sem conseguir me conter.Oleg: — Alessia...Alessia: — Cala a boca, Oleg... Deixa eu te agradecer do meu jeito.Ela soltou o cinto, se inclinou e abriu minha calça devagar, me encarando com aqueles olhos de mulher marcada pela vida, mas cheia de fogo. Meu pau já tava duro fazia tempo, pulsando,
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