Domenico:Estaciono meu carro na frente do galpão abandonado. Os soldados que Roberto mandou param atrás de mim, e não perco tempo em sair do veículo.Os japoneses sacam as suas armas para poder atirar, mas eu dou o primeiro tiro.Os barulhos das balas ecoam pelo mato. Espero os homens me darem cobertura para poder invadir o local e, assim que consigo, apresso os passos.Matando as pessoas da entrada, avanço pelo portão de ferro, ouvindo o som de uma mulher apanhando.Levanto a arma para atirar no japonês que aparece na minha frente, mas ele levanta as mãos, segurando um molho de chaves.Ele joga as chaves no meu peito e, antes que comece a falar, eu atiro na sua cabeça para correr na direção dos gritos.— Eu não quero...Quando ouço os choros da Aiko, quebro a porta com um chute e me apresso a tirar o puto de cima dela.Quando o jogo nas prateleiras, vejo minha mulher toda machucada, deitada em posição fetal, nua na cama.Sou tomado pela ira e parto pra cima do Tatsuya, que ainda est
Leer más