Ainda na forma de lobo, abracei a minha ômega, envolvendo todo o seu corpo pequeno com o meu. O meu pau enfiado até o talo, com a base ainda inchada pelo nó. A sensação era de completude. Eu queria que ficássemos daquele jeito para sempre, mas, infelizmente, a vida exigia que eu agisse como um ser adulto e racional e não apenas como um pênis ambulante.A lobinha ômega mal conseguia se mexer com o peso do meu corpo, mas seguia lambendo as minhas patas como forma de carinho.E… marcando-me com a sua saliva, ou ela pensa que eu não notei? Lobinha possessiva!Mordisquei a sua nuca, apenas para mexer com ela, e a imitei, marcando-a com a minha própria saliva. Ao nosso redor, a orgia seguia, vários lobos trocando carícias e prazer, o aroma do cio no ar era forte e adocicado, como o de uma forte Luna de nascimento, mas era a minha ômega a responsável.De fato, mais do que uma Luna, a nova rainha dos lobisomens, em nome da grande Deusa.Pude ver o lobo de Vitor montando o lobo Ômega, vários o
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