GABRIELA narrando... Saímos do baile sem chamar atenção e trouxe Diana diretamente para a minha casa, um local seguro e reservado no coração do morro. Ao entrar, ela passou os olhos lentamente por cada canto, analisando a decoração simples, mas aconchegante, e a sensação de nervosismo que emanava dela era quase palpável. Fechei a porta atrás de nós e tranquei, eliminando qualquer possibilidade de interrupção. Caminhei devagar até ela, segurei seus braços macios e a puxei firmemente contra o meu corpo, fundindo nossos corpos. Beijei-a com toda a vontade que vinha guardando há dias, um beijo intenso, carregado de saudade e desejo. Ela correspondeu na mesma medida, suas mãos subindo pelos meus ombros e enlaçando meu pescoço, me puxando para mais perto. Quando precisei parar para recuperar o fôlego, deixei uma sequência de selinhos suaves por sua boca e queixo, e ela descansou a cabeça no meu peito, ouvindo as batidas aceleradas do meu coração. — O que você realmente quer comigo, Gab
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