O silêncio dentro da mansão nunca foi tão pesado. Por todos os corredores, onde antes havia risadas, conversas e a agitação de uma família unida, agora só se ouvia o som baixo de soluços e passos lentos. O corpo de Antony estava disposto na sala principal, sobre uma mesa coberta por um pano branco, cercado por flores brancas e velas que queimavam devagar, iluminando o rosto sereno dele, como se ele apenas estivesse dormindo depois de um longo dia de trabalho.Homens de toda a organização chegaram, um por um, todos com a cabeça baixa, muitos com os olhos vermelhos de tanto chorar. Antony não era só um soldado, não era só o braço direito de Sebastian. Para todos ali, ele era um irmão, um amigo leal, o homem que sempre estendia a mão, que sempre tinha uma palavra de conforto, que nunca negava ajuda a ninguém. Ele era a bondade dentro de um mundo feito de violência, sangue e poder. E agora, ele se foi, deixando um vazio que jamais poderia ser preenchido.Eu estava parado ao lado do caixão
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