Elisabeth.
Cinco anos depois.
Sinto meus olhos muitos pesados e isso me incomoda bastante. Remexo na cama e finalmente consigo abri-los, irritando-os imediatamente com a claridade. Respiro fundo várias vezes e tento abri-los de novo, desta vez conseguindo fitar o teto branco.
Eu morri? Onde estou?
Pisco algumas vezes para tentar me acostumar com a claridade, e olho em volta, percebendo que estou em um lugar que se parece com quarto de hospital. Por que estou aqui? Onde estão os meninos?
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