Thomas.
Assim que os meninos o penduram, vou até ele.
― Não vai falar nada não? ― Sorrio com a sua atitude. ― Isso é bom para mim.
Respiro fundo e acerto com força o bastão em suas costelas, fazendo-o gritar de dor. O bastão fica preso na carne e puxo-o com força. Ele grita ainda mais.
― Ahhhhhhhh!
Isso me faz rir.
― Você não disse que não estava com medo? ― Vejo suas lágrimas caindo pelas bochechas. ― Oh, querido, não precisa chorar. A festa mal começou. — Acerto agora sua barriga, faze