Jinli escutou sua própria voz interior, mas logo em seguida, ouviu:
— ‘Eu quero. Jin, eu quero você!’ — ‘De quem é essa voz? É de Yiran!?’
Jinli direcionou o olhar para Yiran e levou a mão à têmpora. Uma aguda pontada perfurava sua cabeça, propagando ondas de dor, enquanto os pensamentos persistiam:
— ‘Yiran, se você me quer, então não pode me abandonar. Nunca!’ —
— ‘Jin, eu não vou deixar você, nunca!’ —
— ‘Yiran... Yiran...’ — Ele continuava pronunciando o nome dela como se fosse a coi