A tristeza ainda fazia parte dos meus dias.
Havia manhãs em que eu acordava acreditando que ouviria a voz do meu pai chamando meu nome.
Então a realidade voltava.
A cadeira dele permanecia vazia.
O escritório continuava fechado.
E a saudade parecia crescer em vez de diminuir.
Naquela manhã, eu ajudava Dona Célia a organizar alguns vasos da varanda quando a campainha tocou.
Poucos segundos depois, ouvi uma voz conhecida.
— Laura!
Sorri imediatamente.
— Priscila!
Corri até a porta e a abracei com