Ana Maria
Até que eu gostei de ter esse momento descontraído com Arthur, a risada dele me fez sentir algo inexplicável, ele é inexplicável.
Chegamos em casa e Andrey já veio para cima de Arthur, lhe dando um soco bem certeiro, dei um leve grito, mas logo me acalmei, foi só um susto.
— Meu Deus, Andrey. — Digo.
— Você é um maldito de um cretino, você ia morrer sozinho mesmo?
— O que caralho você queria, irmão? Que eu levasse vocês para a cova comigo também? — Arthur diz rindo. Aí que eu entendi