Mundo de ficçãoIniciar sessãoEle acordou. Seus olhos cinzentos estão ainda mais nebulosos, sua pele, quase translúcida. Ele estica os braços para as luzes de Natal ao redor da janela do Angie, murmura palavras inaudíveis e sorri.
É bom vê-lo em sua carne e humanidade, no entanto, a sensação de que isso está prestes a acabar grita em meus ouvidos, afastando a esperança que ainda deposito nele.
Sentando-se, agora, o garoto que era lobo repete a mesma frase para seus próprios dedos:
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