O abraço de Nicolas era quente e firme, como se pudesse afastar todos os medos que ainda pulsavam dentro de mim. Eu sentia seu coração batendo forte contra o meu, como se quisesse me garantir que tudo ficaria bem.
De repente, um trovão cortou o céu, iluminando a sala em um clarão intenso. Um arrepio percorreu minha espinha, e antes que eu percebesse, meus braços apertaram Nicolas com mais força.
— Está tudo bem, Jhulietta — ele murmurou contra meus cabelos, sua voz grave e reconfortante. —