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Vicente François
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Mal pude controlar o celular me minha mão, quem dera pudesse controlar o que eu estava sentindo naquele momento. Acordei com o meu pai segurando minha cabeça sobre suas pernas. Nós estávamos no chão. Sentia o cheiro de canela se espalhando pela sala e meus olhos foram se abrindo. A luz solar no ambiente reluziu entre os cabelos grisalhos de meu pai, enquanto eu o olhava numa visão inferior.
—Eu… —Gemia. Confuso, tentava assimilar a realidade com a notícia que havia receb