— Já disse, você não pode entrar aqui.
O porteiro nega pela vigésima vez. Bufo em frustração e mostro a ele um maço de notas de cem, ele olha para os lados e pega o dinheiro e o conta.
— Certo, vou deixar a senhorita subir, mas não vou aprontar.
Sorri agradecida e ando em direção ao elevador privativo. Ele me leva direto a cobertura, quando as portas se abrem, revelam uma sala luxuosa com um piano de cauda, no teto um enorme lustre de cristais.
Olho ao redor encantada e sinto o luxo do lugar.
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