Enrico Narrando
Comecei a gritar desesperado, pedindo ajuda, sem saber o que fazer. O desespero tomou conta de mim de uma forma que eu nunca havia sentido antes. Eu queria pegá-la no colo e levá-la eu mesmo para o hospital, mas as pessoas ao redor não deixaram.
— Chamem uma ambulância! Pelo amor de Deus, alguém chama uma ambulância! — minha voz saiu rouca, trêmula, quase sem força, eu não posso perder a Thayla, não posso.
Olhei para Thayla no chão, imóvel, seu rosto pálido, os lábios entreaber