53. Decisões
Minhas mãos suavam. Agora fazia sentido. A semelhança, o que senti quando ela esbarrou em mim pela primeira vez. Tudo se encaixou.
“Como me achou?” arqueei as sobrancelhas.
A moça veio trazer o café para nós duas, enquanto eu observava Evangeline. Ela parecia calma, mas havia algo em seus olhos que sugeria um turbilhão de emoções escondidas.
“Eu sempre soube onde você estava,” ela respondeu, mexendo na xícara com a colher. “Desde o momento em que você nasceu, eu soube. Mas havia razões para eu