255: Corrupção no hospital

— Me tirem daqui, não sou obrigado a escutar um monte de baboseira de uma pessoa insignificante — Xavier diz, com a voz de desdém, tentando mascarar qualquer resquício de remorso. Seu olhar é frio e calculista, enquanto tenta se livrar da energia que o olhar de Marina deixou em sua consciência.

Um dos policiais que o acompanha para e se vira para ele, claramente irritado pela atitude.

— Insignificante? — o policial repete, com um tom seco e firme. — Insignificante é quem tenta matar o próprio filho e ainda tem coragem de agir como se fosse a vítima.

Se remexendo na cadeira de rodas em que havia sido colocado, Xavier tenta parecer superior, mas o comentário do policial o deixa ligeiramente desconfortável.

— Não é o seu trabalho me julgar, seu imbecil — retruca, elevando a voz. — Faça o seu papel e me leve para onde tenho que ir.

O paramédico que empurra a cadeira lança um olhar de reprovação, mas mantém-se em silêncio. Já o segundo policial, que está ao lado de Xavier, cruza os braços
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