Oliver
O relógio marcava 19h, e a cidade lá fora já começava a apagar suas luzes à medida que o céu escurecia. Meu escritório estava silencioso, exceto pelo som do gelo se movendo dentro do copo que eu segurava. A ligação que recebi no início do dia ainda ecoava na minha mente. O tom do homem, a urgência em sua voz, e o nome que ele mencionou: Sofia.
Eu havia marcado um encontro com ele para aquela noite. Era arriscado, mas precisava ouvir o que ele tinha a dizer. A curiosidade — e a necessidad