Laura despertou antes mesmo do despertador tocar.
Durante alguns segundos permaneceu olhando para o teto do quarto.
Era o dia da exposição.
O pensamento fez seu coração acelerar.
Levantou-se devagar.
Foi até o ateliê.
A luz suave da manhã entrava pela janela, iluminando a mesa de madeira, os lápis organizados e o cavalete encostado na parede.
Ela passou os dedos sobre a superfície da mesa.
Ainda parecia um sonho.
Há poucos meses, aquele cômodo existia apenas em sua imaginação.
Agora era o lugar