Aura Keller
Eu esperei.
Fiquei deitada de lado, os olhos abertos no escuro, contando a respiração dele até ficar lenta e profunda. Só então me levantei com cuidado, peguei o celular na mesa de cabeceira e saí do quarto descalça.
Fui até a sala da suíte e abri a porta da sacada. O ar fresco da madrugada romana bateu no rosto. Lá embaixo a praça continuava iluminada, quase vazia. Sentei na poltrona perto da janela, desbloqueei o celular e vi as notificações que tinham acumulado.
A primeira mensa