Lucas Hendrick
O terminal de jatos particulares era silencioso e discreto, longe do caos do aeroporto comercial. Aura caminhava ao meu lado, a mão pequena dentro da minha, ainda um pouco pálida do que tinha acontecido horas antes. Eu mantinha o passo calmo de propósito. Por dentro, a raiva ainda queimava como brasa viva no peito.
Eu tinha certeza absoluta de que, se não tivessem me segurado, eu teria matado aquele desgraçado com as próprias mãos. E nem me importaria de ser preso.
Ela parou de r