Aura Keller
Eu entrei no banheiro e fechei a porta atrás de mim, o coração ainda disparado, as pernas fracas como gelatina. Encostei na porta e deslizei até o chão, as mãos tremendo, cobrindo o rosto.
O que eu tinha feito?
Acordei com ele colado em mim, o corpo quente e duro contra as minhas costas. Eu deveria ter me afastado. Deveria ter fingido que ainda dormia. Mas não. Eu me mexi. Me esfreguei nele. E quando ele começou a me tocar… eu não quis que parasse. Eu queria mais. Queria tudo.
Talve