O vento suave da manhã trazia o aroma perfumado das hortênsias e do solo molhado para o pátio interno da Fundação Flor de Jericó. O antigo casarão colonial de Roseiras, restaurado e transformado em centro cultural e cooperativa de artesãs, fervilhava com a energia vibrante de um novo ciclo.
Pelas alamedas de pedra, mulheres da comunidade carregavam cestos com peças de cerâmica crua, crianças riam no pátio do ateliê infantil e jovens aprendizes organizavam as bancadas para as oficinas de esmalta