Capítulo 25
Às sete e cinquenta e seis, Manuela estava diante do espelho.
De preto.
— Manipulador.
O vestido não era o mesmo da noite em que descobrira a fotografia.
Aquele continuava no fundo da mala, associado a uma lembrança que ela preferia não revisitar.
Escolhera outro.
Mais curto.
Alças finas.
Decote discreto o suficiente para não parecer que tentava impressionar alguém.
E perigoso o bastante para saber que estava mentindo para si mesma.
O celular vibrou.
Vicente 804
Está vi