Prólogo
Aya se sentou no chão em meio às flores. Elas haviam murchado e ao ver aquilo, seu peito apertou. Como um pressentimento de algo ruim viria a seguir.
O vilarejo Haandi era temente ao Deus da morte, Temenis, desde muito tempo. Seu povoado era considerado estranho e por isso eram descriminados e recebidos com olhares tortos. Ela só queria que as pessoas pudessem conhecê-los antes de julga-lós. Fechou os olhos e prestou atenção ao som das crianças brincando.
A mulher podia ouvir sua