A voz de Alberto era extremamente alta, e seu choro desesperado podia ser ouvido a quilômetros de distância.
Júlia, que ainda procurava do lado de fora, parou de repente.
Não foi o choro daquela criança?
— Aquela direção!
Júlia, com o rosto fechado, caminhou até a porta do pequeno armazém e deu uma olhada lá dentro. — Tiago?
— Júlia! — Tiago sorriu alegremente para Júlia. — Não se preocupe, eu e o Alberto estamos aqui. Deve ter sido depois da escola, e o senhor que cuida do armazém acabou tranca