Enrico estava em pé, silencioso, na sala de estar, com o coração apertado, como se estivesse sangrando.
No entanto, dentro daquela sala, um era seu chefe, que lhe havia feito grandes favores, e o outro, a mulher que ele amava profundamente. Enrico não podia fazer nada, não podia tomar nenhuma atitude.
Ele sabia que, em breve, eles sairiam. Por isso, apesar de toda a raiva e frustração que sentia, Enrico se forçou a virar e a sair.
Ao sair, ainda levou consigo os objetos que Lorena havia pedido