Evangeline
Acerto meu joelho no saco do desgraçado e corro.
Ele corre atrás de mim e tenta me acertar, mas eu desvio das balas.
— Quer saber? Esquece, vou te matar com as minhas próprias mãos e depois vou moer sua carne e dar para os urubus!
Tiro meus sapatos e jogo nele.
O imundo me agarra e coloca a mão em volta da minha garganta.
— Você não vai escapar, querida.
— Me solta... Seu lixo, me solta... — digo em um tom fraco, sentindo minha garganta doer.
Estou ficando sem fôlego..