Maya
— Maya! — Ouvi o som irritante da voz do Mark gritar por mim, enquanto eu caminhava pela calçada de volta para a fraternidade.
— O que você quer? — perguntei alto e rude. — Já não conseguiu o que tanto queria? Eu não tenho mais o emprego!
— Desculpe-me, por favor! — implorou acompanhando-me lentamente com o carro, próximo ao meio-fio.
— Desaparece, Mark! — mandei rude.
— Deixa eu levar você para o campus. Já está bem tarde e é perigoso.
— Vai à merda! — gritei parando na calçada e o encara