"Você é um lunático! É isso que você é!" gritei. "Você atravessa para o lado inimigo, uiva como um idiota apaixonado e agora se deita no sol esperando que ela venha? Você quer começar uma guerra ou só morrer com classe?"
Silêncio.
Mais um segundo de provocação. E então… ele riu.
Não com som. Mas com aquele sentimento quente e arrogante de escárnio no fundo da alma compartilhada.
“Você fala demais, humano.”
"Finalmente, porra!" rosnei. "Tá me ouvindo, então? Me responde: que diabos você acha que