As flores de sangue floresceram diante dos olhos de Patrícia, trazendo à memória o dia em que Suzana morreu.
Ela permaneceu imóvel, as pupilas se dilatando rapidamente.
Parecia um sonho, Branquinha ainda estava enrolada em seu colo pela manhã, e agora estava caída ao lado de seus pés, respirando com dificuldade, sangue negro escorrendo de sua boca e nariz.
Patrícia se agachou de forma mecânica. Certamente, ela estava sonhando.
- Branquinha, por favor, não me assuste. - A voz de Patrícia tremia e