Patrícia estava debaixo das cobertas, perturbada pelo som dos trovões lá fora.
Ela pressionava as mãos contra os ouvidos, tentando desesperadamente dormir.
Quanto mais inquieta se tornava, mais difícil era adormecer, e uma sensação gelada percorria suas costas.
Em sua mente, uma voz insistente parecia a alertava:
- Fuja, fuja!
“Fugir? Para onde? E por que deveria fugir?”
Ela já havia ligado para Fernando, e a mansão estava protegida por guardas que patrulhavam o local 24 horas por dia.
Se h