MARIUS
Olhei para todo o sangue em minhas mãos, a casa do carcereiro era modesta e com poucos móveis. Ainda assim, havia sangue por toda a parte.
Assim que o macho me viu e deduziu quem eu era, sentiu medo, um medo tão avassalador que o deixou vulnerável.
Sua mente foi se rompendo conforme o rastreador o interrogava sobre Jane...
Fechei os olhos me lembrando das visões em sua mente, das torturas que a minha fêmea sofreu em suas mãos... ah, Jane, por que fugiu de mim?
— Marius? Marius? — eu cons