Ela implorou sem descanso, mas se abaixou e empurrou minha mão mais profundamente em sua calcinha.
— Você é uma porra de uma contradição, Cristal. Suplicando por algo enquanto seu corpo exige o oposto.
— É você. Você faz isso comigo.
— E eu nunca vou parar.
Eu agarrei sua mandíbula com mais força.
— Você ouviu isso, Cristal? Eu nunca. Porra. Pararei.
Uma lágrima fresca escorregou por sua bochecha, seus quadris ainda se movendo enquanto sua boceta fodia meu dedo, sua mão mantendo a