A noite caiu, sua perversidade venenosa injetada em minha alma maltratada, novamente. Não havia sutileza, não havia compaixão. Minhas súplicas foram apagadas com a violência de seus lábios movendo-se ferozmente. O mesmo capítulo próprio do mal, a mesma história em que fui usado e jogado fora após o ato.
Ninguém pode se acostumar com tal abuso, e não tenho escolha a não ser me resignar à sua brutalidade.
A repulsa me pega toda vez que suas mãos me tocam e toma conta do meu corpo. E eu olho para