No início, as mudanças eram internas.
Sensações difíceis de explicar. Pequenas percepções. Desconfortos silenciosos que surgiam sem nome.
Mas agora… algo começava a atravessar a superfície.
As pessoas estavam começando a reconhecer umas nas outras os mesmos sinais.
Não conscientemente.
Ainda não.
Mas intuitivamente.
Helena percebeu isso numa cafeteria lotada no final da tarde.
O ambiente estava cheio, mas estranho. Não caótico. Não tenso.
Apenas… mais presente.
As conversas já não pareciam desl