POV JULIAN
O almoço corporativo com o comitê de auditoria da Thorne Holdings deveria ser apenas um procedimento de rotina para alinhar as frentes tributárias antes que a balsa de Marselha — ou o que restou dela após a apreensão em Newark — gerasse ruído no conselho de Paris.
Eu estava sentado na cabeceira da mesa VIP no fundo do restaurante, mantendo o terminal tático aberto ao lado do meu prato, enquanto a diretora de finanças destrinchava as projeções de fechamento do trimestre. Eu acenava,